Augusto Cury, candidato do Avante à presidência, enfrenta um problema em sua declaração de bens ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por não ter informado três empresas nas quais possui participação nos Estados Unidos.
Erro na declaração de bens
A campanha de Cury reconheceu a omissão e classificou-a como um erro que será corrigido. Segundo comunicado, as empresas não foram mencionadas devido a serem “participações inexpressivas no patrimônio”, além de serem inativas ou não gerarem rendimentos. O texto também assegura que qualquer inconsistência será ajustada conforme a legislação. As empresas em questão são: Cury Academia Comportamental, Contemplare Investments e Free Mind Publish.
Detalhes sobre o patrimônio declarado
Na sua declaração de bens, Augusto Cury informou à Justiça Eleitoral um patrimônio total de R$ 242 milhões. Este é seu primeiro pleito eleitoral. Deste montante, a metade, equivalente a R$ 121 milhões, refere-se a um empréstimo concedido por Cury à Filadélfia Nature Participações. Outras participações societárias somam R$ 54 milhões, enquanto aproximadamente R$ 33 milhões estão investidos em ações.
Trajetória do candidato
Natural de Colina, em São Paulo, Cury é um renomado escritor de livros de autoajuda, com obras traduzidas em diversos idiomas. Antes de se unir ao Avante, ele tentou estabelecer uma parceria com Romeu Zema, do Novo, mas as negociações não prosperaram.
A situação ressalta a importância da transparência nas declarações de bens dos candidatos, especialmente em uma corrida presidencial, onde cada detalhe pode influenciar a confiança do eleitor.







