Augusto Cury, candidato à presidência pelo Avante, declarou sua intenção de confrontar as grandes empresas de tecnologia para proteger os influenciadores digitais, que, segundo ele, enfrentam uma situação de exploração e desamparo. Durante uma entrevista à CNN Brasil, Cury destacou que a classe dos criadores de conteúdo se encontra “colapsada, deprimida e angustiados”.
Compromisso com influenciadores digitais
Em suas declarações, Cury afirmou que planeja dialogar diretamente com líderes de grandes plataformas, como Mark Zuckerberg, fundador da Meta, e representantes do TikTok. O foco será a regulamentação da profissão de influenciador digital no Brasil, garantindo que esses profissionais recebam uma parte justa dos lucros gerados por suas atividades.
Desigualdade na distribuição de receitas
Cury criticou a forma como as big techs operam no Brasil, argumentando que essas empresas retiram uma grande quantidade de dinheiro do país enquanto os influenciadores têm acesso a uma remuneração insuficiente. “Os influenciadores não devem ser explorados como estão sendo; merecem uma fatia maior do que recebem atualmente”, observou.
Propostas para trabalhadores de aplicativos
Além de suas propostas para os influenciadores, o candidato também apresentou ideias voltadas para trabalhadores de aplicativos. Uma de suas sugestões inclui a criação de um “Uber próprio”, que ofereceria taxas mais baixas para motoristas, permitindo que eles retivessem uma maior parte de seus ganhos. “Ao invés de 20% indo para o Uber, que apenas 5% fossem cobrados, ajudando assim os motoristas a renovarem seus veículos”, comentou.
A declaração de Cury reflete uma preocupação com a justiça econômica e a valorização dos profissionais que atuam nas plataformas digitais, evidenciando a necessidade de mudanças significativas e regulamentações que promovam um ambiente mais justo.







