Weverton, goleiro do Grêmio, não poupou críticas à nova regra “anti-cera” implementada no Campeonato Brasileiro, destacando que a medida pode tornar as competições inviáveis e gerar um aumento no número de lesões entre os atletas.
Críticas à nova norma
O jogador expressou sua insatisfação após a derrota do Grêmio por 1 a 0 para o Vitória, em Salvador. Segundo Weverton, a proposta de aumentar a agilidade das partidas pode ter consequências negativas, afetando tanto o desempenho quanto a saúde dos jogadores. “Essa nova regra busca coibir a cera, mas acaba tirando a energia dos atletas. Jogamos frequentemente, e isso pode resultar em muitas lesões no futuro”, disse o goleiro.
Entendendo a regra “anti-cera”
A nova norma estabelece que o tempo de reposição de bola deve ser limitado a cinco segundos, com o objetivo de promover um jogo mais fluido e com menos interrupções. Weverton, embora reconheça a necessidade de evitar a cera, acredita que a implementação da regra é excessiva e prejudicial ao ritmo natural do jogo. “A função do árbitro é controlar essas situações, mas essa mudança está acelerando demais as coisas”, afirmou.
Desempenho do Grêmio e desafios futuros
Além das críticas à regra, Weverton também lamentou a performance do Grêmio no Campeonato Brasileiro, onde o time ainda não conseguiu vencer como visitante, acumulando uma sequência de 13 jogos fora de casa, com quatro empates e nove derrotas. “Acredito que o resultado mais justo contra o Vitória seria o empate, pois ambas as equipes tiveram chances, mas não souberam aproveitar”, avaliou o goleiro.
O próximo desafio do Grêmio será contra o Vasco, marcado para sábado, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre. Este confronto é crucial na luta do clube contra o rebaixamento, aumentando a pressão sobre a equipe para melhorar seu desempenho na competição.







