Passado o momento de euforia da direita baiana com a adesão de ACM Neto (União) à campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, agora é um momento de avaliar quais dividendos em termos de votos serão gerados. Flávio largou no primeiro turno com uma ligeira melhoria de votos na Bahia, quando comparado ao desempenho do pai, Jair, há quatro anos. Porém, em um estado tipicamente lulista, é difícil que a oposição consiga ampliar esse número. Difícil, mas não impossível.
Opinião: Dois lados da política da Bahia prometem votos para presidente que não vieram no primeiro turno

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