O Paraná acaba de conseguir mais um produto com Indicação Geográfica (ID). O Mel de Capanema, produzido no Sudoeste do Paraná, conquistou a indicação, na modalidade Denominação de Origem (DO), concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).
Com a conquista, o Paraná chega a 29 Indicações Geográficas. O Brasil passa a contar com 172 IGs nacionais, das quais 29 estão no Paraná, estado com o maior número de registros. No País, são 137 Indicações de Procedência (IP) e 35 Denominações de Origem (DO).
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O pedido foi protocolado em março de 2025 pela Associação dos Apicultores de Capanema e Região (Apic).
O reconhecimento valoriza as características singulares do produto, como a coloração clara e o sabor suave, diretamente relacionadas às condições naturais da região, à diversidade de floradas nativas e ao conhecimento dos apicultores.
No estado, agora com o Mel de Capanema, já são reconhecidas as cervejas artesanais de Guarapuava, o pão no bafo de Palmeira; o couro de peixe de Pontal do Paraná; o ginseng de Querência do Norte; o café da Serra de Apucarana; as tortas de Carambeí; as ostras do Cabaraquara; a ponkan de Cerro Azul; as broas de centeio de Curitiba; a cracóvia de Prudentópolis; a carne de onça de Curitiba; o café de Mandaguari; o urucum de Paranacity; o queijo colonial do Sudoeste do Paraná; o mel de Ortigueira; os queijos coloniais de Witmarsum; a cachaça e a aguardente de Morretes; o melado de Capanema; os vinhos de Bituruna; o mel do Oeste do Paraná; o barreado do Litoral do Paraná; a bala de banana de Antonina; a erva-mate São Matheus; a camomila de Mandirituba; as uvas finas de Marialva; os cafés especiais do Norte Pioneiro; o morango do Norte Pioneiro; e a goiaba de Carlópolis. Há, ainda, o mel de melato da bracatinga do Planalto Sul do Brasil, Indicação Geográfica concedida







